Arquivos Diários: Abril 25th, 2008

Ainda sobre a reunião de Quarter. Tivemos dois momentos especiais. Um deles a promoção merecidíssima da Re Viana para o cargo de Gerente de Contas RMA. Esta menina é uma guerreira, lutou muito para vencer suas dificuldades e agora assume um novo desafio, no qual com certeza sairá vitoriosa.

O outro momento foi uma homenagem aos cinco anos de casa da Chris Hato. Exemplo de profissional, ética, competente e disciplinada, a Chris vem construindo uma história bonita na RMA, desenvolvendo pessoas (a Re Viana e a Dani Passos, por exemplo), construindo casos de sucesso e nos ajudando a ser uma empresa melhor. Por isso, são nossas meninas de ouro!

Sempre gostei muito de teatro. Na adolescência, eu e um dos meus grandes amigos, Leonardo Cortez, movimentávamos a escola com pelo menos uma peça por trimestre. Tudo isso era muito divertido e rendeu um aprendizado fantástico para nós. O Leo virou ator profissional e eu acabei virando jornalista. Bom , isto é apenas uma introdução para compartilhar com vocês um momento muito especial que aconteceu ontem, na reunião trimestral da RMA.

Desde o primeiro ano de vida da empresa, sempre tivemos a chamada reunião de Quarter. Na verdade, é um momento onde compartilhamos com a equipe os resultados, coisas boas, coisas que não foram tão boas e também colocamos todo mundo na “mesma página” em relação às metas do trimestre seguinte. Claro, que ao final da reunião, temos um momento de descontração para celebrar as vitórias e recarregar as baterias para os novos desafios. Desta vez a festa foi no Pé de Manga, na Vila Madalena.

Ontem, tivemos uma experiência diferente. A reunião como um todo foi muito bacana. Contamos com a presença do Rodrigo Lara Mesquita, fundador da agência Estado e uma dos maiores autoridades em Mídia Social no País. Além disso, pudemos comemorar um período incrível. Praticamente batemos a meta do ano em três meses. Mas um dos pontos que eu gostaria de partilhar neste post foi o Teatro “Escolinha da RMA”, idealizado e executado por nossa equipe.

A peça, além de render boas risadas para o platéia e os atores, teve outros frutos. O primeiro, mostrou a união e respeito entre os membros da equipe. Segundo, existem talentos que às vezes o dia a dia não revela. Pessoas aparentemente reservadas revelaram-se ótimos intérpretes. Por fim, mostrou algo muito especial. As pessoas “repararam”de verdade umas nas outras para interpretar os papéis. Tenho certeza que houve neste processo uma troca maior do que nós imaginamos. Fazer teatro não é apenas representar a vida. Em muitos casos é ela mesma.