Foi com esta frase do título que a rma comunicação conseguiu figurar entre as 20 maiores agências de comunicação do Brasil em apenas 5 anos. O que leva uma agência a registrar tamanho crescimento em tão pouco tempo? Aí vão algumas lições aprendidas:
Calçar o sapato do cliente: uma coisa é você perguntar o que o seu cliente quer e precisa, outra coisa é você se colocar no lugar do cliente, entender a fundo seu plano de negócios e desafios. Ir além é entender suas percepções, medos e anseios.
DNA de inquietação: o press release fez 100 anos em 2006. Alguém comentou? Pois é, diante de outras indústrias a área de assessoria de imprensa ainda tem muito que evoluir. Integrar conhecimentos de uma equipe multidisciplinar formada por jornalistas, publicitários, relações públicas, blogueiros, consultores, administradores e engenheiros naturalmente traz uma inquietação ao negócio. Tudo isso associado à metodologia, impõe ritmo e movimento.
Obsessão pelo aprimoramento das pessoas: o investimento em treinamento supera o budget de comunicação e marketing. São mais de 30 cursos internos aplicados ao longo de 12 meses, classificados em profissional, procedural e técnico. Além de assegurar a escalabilidade do negócio (crescemos em média 30% ao ano), evita aquela famosa frase temerária do cliente: “entre os executivos e a operação, existe um abismo na qualidade do atendimento.”
Clareza nas métricas e resultados: a metodologia da rma permite ao cliente perceber claramente o que foi prometido versus o que foi entregue. Vivemos uma época em que a largura do press book cedeu lugar para a qualidade da informação. O desmembramento do serviço de assessoria de imprensa no conceito de iniciativas de trabalho propiciou ao cliente acompanhar no detalhe o status de cada ação, como por exemplo uma pauta, caso de sucesso, divulgação de press release e encontros de aproximação. Para não restar dúvidas, o cliente ainda visualiza por semestre e por ano a taxa de produtivdade do trabalho da equipe. E tem revisões regulares do objetivo da comunicação e das estratégias adotadas. O nome do jogo é transparência e comprometimento.
Querer bem o cliente interno e externo: mais do que qualquer know how ou tecnologia, convivemos com o ser humano diariamente. Sem desejar o bem e efetivamente fazer o bem às pessoas, nada disso funciona.
