O que faz de uma equipe a “tropa de elite” de uma agência? Coragem, determinação, orgulho, compromisso com o cliente, sintonia e muita curtição. Assim é o grupo da Ivanir [óculos], a comandante da unidade que mais rapidamente cresce na RMA. A experiência acumulada de duas décadas em comunicação, a credencia a conduzir com maestria Daniela, Márcio [dir] e César [esq]. Resultado: bom ambiente, satisfação do cliente e excelente exemplo a ser seguido pelos demais colaboradores. Parabéns turma!
Arquivos Mensais: Março 2008
Foi com esta frase do título que a rma comunicação conseguiu figurar entre as 20 maiores agências de comunicação do Brasil em apenas 5 anos. O que leva uma agência a registrar tamanho crescimento em tão pouco tempo? Aí vão algumas lições aprendidas:
Calçar o sapato do cliente: uma coisa é você perguntar o que o seu cliente quer e precisa, outra coisa é você se colocar no lugar do cliente, entender a fundo seu plano de negócios e desafios. Ir além é entender suas percepções, medos e anseios.
DNA de inquietação: o press release fez 100 anos em 2006. Alguém comentou? Pois é, diante de outras indústrias a área de assessoria de imprensa ainda tem muito que evoluir. Integrar conhecimentos de uma equipe multidisciplinar formada por jornalistas, publicitários, relações públicas, blogueiros, consultores, administradores e engenheiros naturalmente traz uma inquietação ao negócio. Tudo isso associado à metodologia, impõe ritmo e movimento.
Obsessão pelo aprimoramento das pessoas: o investimento em treinamento supera o budget de comunicação e marketing. São mais de 30 cursos internos aplicados ao longo de 12 meses, classificados em profissional, procedural e técnico. Além de assegurar a escalabilidade do negócio (crescemos em média 30% ao ano), evita aquela famosa frase temerária do cliente: “entre os executivos e a operação, existe um abismo na qualidade do atendimento.”
Clareza nas métricas e resultados: a metodologia da rma permite ao cliente perceber claramente o que foi prometido versus o que foi entregue. Vivemos uma época em que a largura do press book cedeu lugar para a qualidade da informação. O desmembramento do serviço de assessoria de imprensa no conceito de iniciativas de trabalho propiciou ao cliente acompanhar no detalhe o status de cada ação, como por exemplo uma pauta, caso de sucesso, divulgação de press release e encontros de aproximação. Para não restar dúvidas, o cliente ainda visualiza por semestre e por ano a taxa de produtivdade do trabalho da equipe. E tem revisões regulares do objetivo da comunicação e das estratégias adotadas. O nome do jogo é transparência e comprometimento.
Querer bem o cliente interno e externo: mais do que qualquer know how ou tecnologia, convivemos com o ser humano diariamente. Sem desejar o bem e efetivamente fazer o bem às pessoas, nada disso funciona.
Oferta de emprego! Vaga para jornalista. Perfil exigido: formado numa faculdade desconhecida no Triângulo Mineiro, com experiência comprovada em vendas de produtos na rua (porta-a-porta), com noções de caixa de lanchonete e que já tenha feito freelas como garçom à noite. E a frase enfática de fechamento questiona: alguém se habilita?!!
De repente eu levanto a mão e grito orgulhoso: “eu, eu, eu me habilito!” Olho para o lado, e milhares de pessoas que estavam na mesma situação, permanecem caladas, com vergonha de não apresentar, apesar de vividas, as experiências menos nobres de um Curriculum Vitae. Hoje não os culpo, pois o mercado de trabalho vê os MBAs e demais títulos como os parâmetros diferenciais de contratação.
Eu ainda continuo impregnado do bom e velho “brilho nos olhos” e explico pelos meus mais nobres conhecimentos (de verdade) profissionais o que eles me ensinaram em 20 anos de carreira como assessor de imprensa:
Garçom: servir bem é algo que deve ser praticado diariamente, dentro e fora de casa. Os bons garçons são pessoas que cuidam de suas vestimentas com esmero. Deixam os problemas de lado para olhar o que os clientes esperam dele: atenção, eficiência, conhecimento, eficácia, profissionalismo, sensibilidade, bom senso, entre outros atributos. Saber a hora de sugerir, a forma de servir e, no final do atendimento, perguntar: “estava ao seu agrado?”
Vendedor de rua: é um exercício de paciência, perseverança, preparação e argumentação. É uma profissão árdua? Sem dúvida, mas conhecer pessoas e expressões novas todos os dias é um grande prazer. A remuneração depende de sua performance e, principalmente, da dose certa no atendimento. Se falar em demasia espanta a clientela, se ficar calado desagrada e se argumentar de forma errada denuncia despreparo. O tesouro está na fidelização e na superação em encantar.
Caixa de lanchonete: é responsável por grande parte da satisfação e da insatisfação do trabalho feito em equipe. Se uma bela hoster acolhe brilhantemente quem chega e o garçom se esmera em antecipar expectativas, então porque uma conta calculada de forma equivocada ou um cartão que não passa, por um problema de circuito de transmissão, deve desencadear a ira do cliente? É muita responsabilidade.
Estranho ver um primeiro post assim? Sim? Não? Então me escreva, pois terei imenso prazer em conversar sobre o assunto. Vem muito mais por aí, pois trago comigo, como colaborador, o meu sócio, amigo e um profissional de primeiríssima linha: Márcio Cavalieri. Até.

